Assassin’s Creed Codinome Hexe: Tudo o Que Sabemos Sobre o Jogo Mais Sombrio da Franquia

Se você acompanha o universo da Ubisoft com atenção, já deve ter ouvido falar em Assassin’s Creed Codinome Hexe. Desde que foi anunciado durante o Ubisoft Forward de setembro de 2022, esse projeto acumulou uma quantidade impressionante de expectativa — e pouca informação oficial. O trailer de revelação durava apenas 30 segundos e mostrava pouco mais do que galhos formando o icônico logo da franquia pendurado em uma árvore, com uma estrela invertida ao fundo. Mas, por trás dessa brevidade calculada, há um projeto que promete mudar o que esperamos de um jogo de Assassin’s Creed. Neste artigo, vamos destrinchar tudo o que já se sabe sobre Assassin’s Creed Codinome Hexe, separando os fatos confirmados dos rumores mais consistentes.

O próprio nome já entrega muito. Hexe é a palavra alemã para “bruxa”, derivada do antigo alemão Hagazussa. Isso, somado à pentágrama invertida no logo oficial e às imagens de floresta sombria no teaser, foi suficiente para a comunidade deduzir que o jogo seria ambientado nos julgamentos de bruxas da Europa Central. E as informações que vazaram nos meses seguintes confirmaram exatamente isso: Assassin’s Creed Codinome Hexe se passará durante os julgamentos de bruxas do Sacro Império Romano-Germânico, no século XVI, prometendo ser a entrada mais dark da história da série.

O Cenário Histórico de Assassin’s Creed Codinome Hexe: Os Julgamentos de Bruxas do Sacro Império

Para entender por que Assassin’s Creed Codinome Hexe tem tanto potencial, é preciso mergulhar no período histórico escolhido. O Sacro Império Romano-Germânico dos séculos XVI e XVII foi palco de uma das maiores ondas de perseguição da história europeia. Estima-se que cerca de 80 mil pessoas foram executadas acusadas de bruxaria, sendo a grande maioria mulheres. A histeria coletiva, alimentada por superstição, tensão religiosa entre católicos e protestantes após a Reforma, e disputas de poder locais, criou um ambiente de paranoia sem precedentes. Aldeias inteiras podiam ser dizimadas pela simples acusação de um vizinho invejoso.

Esse período oferece à Ubisoft uma riqueza narrativa extraordinária. Diferente de cenários medievais genéricos ou da Roma Renascentista dos jogos de Ezio, a Europa Central do século XVI tem uma identidade visual e cultural muito específica: ruelas de pedra envoltas em névoa, mercados barulhentos onde o medo circulava junto com as mercadorias, florestas carregadas de superstição e tribunais eclesiásticos onde a palavra de um acusado valia menos do que o decreto de um inquisidor. É um pano de fundo perfeito para o tipo de narrativa de perseguição e sobrevivência que os vazamentos sugerem para Assassin’s Creed Codinome Hexe.

A Ubisoft Montreal, estúdio responsável pelo desenvolvimento, já provou que consegue recriar períodos históricos com uma profundidade impressionante. O mesmo time que trouxe a Noruega Viking em Valhalla, o Egito de Origins e o Caribe de Black Flag agora tem nas mãos um dos períodos mais carregados de tensão moral da história europeia. As possibilidades de missões secundárias, personagens históricos e dilemas éticos são imensos — afinal, num mundo onde qualquer pessoa pode te denunciar como bruxa, a linha entre sobrevivência e traição se torna perigosamente tênue.

A Protagonista Elsa e as Habilidades Sobrenaturais que Mudam Tudo

De acordo com informações vazadas pelo Insider Gaming, a protagonista de Assassin’s Creed Codinome Hexe deve se chamar Elsa — um nome deliberadamente comum na Alemanha do período, o que reforça a ideia de que ela é uma mulher ordinária que se torna algo extraordinário. Os vazamentos indicam que Elsa possui habilidades sobrenaturais genuínas, e não apenas gadgets ou truques de assassina treinada como nos jogos anteriores. Uma das habilidades confirmadas nos vídeos vistos por jornalistas (mas não divulgados publicamente) mostra Elsa sendo perseguida por soldados alemães do século XVI e usando um feitiço para possuir um gato nas proximidades. O jogador então assume o controle do felino para distrair os guardas, derrubando uma garrafa de vidro que chamativamente estilhaça no chão.

Essa mecânica de possessão animal é fascinante por vários motivos. Primeiro, ela rompe com qualquer precedente da franquia: nenhum jogo de Assassin’s Creed jamais permitiu ao jogador controlar um animal de forma direta. Segundo, ela cria implicações narrativas interessantes — dentro do contexto dos julgamentos de bruxas, a capacidade de Elsa de “entrar” em criaturas é exatamente o tipo de acusação que faria qualquer inquisidor condenar alguém à fogueira. A pergunta que fica é: as habilidades de Elsa têm origem em um Fragmento do Éden ou são poderes genuinamente mágicos? Isso pode determinar o tom sobrenatural que a Ubisoft pretende imprimir ao jogo.

Além da possessão animal, os rumores apontam para um sistema de combate completamente reformulado. Segundo o jornalista Tom Henderson, a Ubisoft contratou contorcionistas profissionais para captura de movimento, o que sugere que Elsa se moverá e lutará de formas deliberadamente estranhas e perturbadoras — como se seu corpo desafiasse a lógica humana convencional. Isso se alinha perfeitamente com a ideia de uma guerreira que a sociedade percebe como possessa ou amaldiçoada. O estilo de combate, descrito como mais fluido e acrobático do que o período RPG da franquia (Origins, Odyssey, Valhalla), pretende abandonar as animações “robóticas” e criar algo que pareça visceral e instintivo.

Sistema de Medo e Mecânicas de Stealth: Uma Nova Abordagem ao Furtivismo

Um dos aspectos mais comentados nos círculos de entusiastas da franquia é o suposto retorno de um sistema de medo inspirado no DLC Jack the Ripper de Assassin’s Creed Syndicate (2015). Naquele conteúdo, o assassino podia usar ferramentas para incutir terror nos NPCs, fazendo-os entrar em pânico e fugirem ou se entregarem sem luta. Em Assassin’s Creed Codinome Hexe, esse conceito seria levado muito mais longe. Imagine um sistema onde a reputação de Elsa como possível bruxa se espalha pelas aldeias, afetando como os NPCs reagem a ela. Aldeões com alto nível de paranoia podem denunciá-la, enquanto outros, movidos pela curiosidade ou pelo desespero, podem buscar sua ajuda.

Esse tipo de mecânica sistêmica encaixaria perfeitamente no período histórico e seria uma novidade real para a franquia. Em vez de apenas se esconder nas sombras para não ser visto, a jogabilidade furtiva passaria a incluir a gestão da percepção pública — quanto medo Elsa inspira, em quem, e com que consequências. Essa camada de complexidade social criaria situações únicas: usar seus poderes de forma ostensiva pode afastar guardas covardosos, mas também atrair inquisidores mais determinados. A subtileza e o gerenciamento estratégico do medo se tornariam tão importantes quanto a habilidade com a lâmina escondida.

Comparado ao furtivismo de Assassin’s Creed Mirage, que voltou às raízes mais lineares da franquia, Assassin’s Creed Codinome Hexe parece estar construindo algo igualmente focado, mas com camadas de complexidade psicológica e sobrenatural que Mirage deliberadamente evitou. É como se cada entrada recente da franquia fosse testando diferentes ingredientes — Shadows com dois protagonistas e o Japão feudal, Mirage com o foco em Bagdá — enquanto Hexe prepara o terreno para algo conceitualmente mais ousado.

Assassin’s Creed Codinome Hexe e a Plataforma Infinity: O Novo Ecossistema da Ubisoft

Assassin’s Creed Codinome Hexe não existirá de forma isolada: ele fará parte da plataforma Assassin’s Creed Infinity, também chamado de Animus Hub, o ecossistema que a Ubisoft está construindo para centralizar o futuro da franquia. Assim como Assassin’s Creed Shadows antes dele, Hexe será acessível através desse hub, que funcionará como um ponto de entrada único para múltiplos jogos, experiências e modos de jogo da série. Isso tem implicações importantes tanto para a narrativa quanto para a experiência do jogador.

Do ponto de vista narrativo, a integração ao Infinity significa que eventos e personagens de Assassin’s Creed Codinome Hexe poderão ter conexões com outros títulos da plataforma. Os rumores de que Claudia Auditore — irmã de Ezio, vista pela última vez em Revelations, ambientado entre 1511 e 1512 — poderia aparecer em Hexe fazem sentido cronológico: o jogo se passa entre 1560 e 1630, portanto uma Claudia muito idosa poderia, em teoria, existir nesse período. Mais intrigante ainda é o rumor de que rascunhos iniciais do roteiro incluíam um Ezio envelhecido atuando como mentor de Elsa, ensinando os “modos dos Assassinos” a ela. Não está claro se essa ideia sobreviveu às mudanças de direção criativa do projeto, mas a simples possibilidade gerou enorme entusiasmo na comunidade.

Do ponto de vista da experiência do jogador, a plataforma Infinity também cria a expectativa de suporte pós-lançamento mais robusto. Segundo vazamentos, Assassin’s Creed Codinome Hexe deve receber ao menos um ano de DLC após o lançamento. Isso é relevante especialmente se considerarmos a estrutura mais linear do jogo — um mapa menor e mais denso, com exploração de mundo aberto presente mas não dominante, remete aos primeiros Assassin’s Creed, onde cada cidade tinha uma identidade forte e o conteúdo adicional podia expandir de forma cirúrgica experiências específicas.

Direção Criativa e as Mudanças nos Bastidores do Desenvolvimento

Um dos elementos mais discutidos sobre os bastidores de Assassin’s Creed Codinome Hexe é a questão da direção criativa. Originalmente, o projeto era liderado por Clint Hocking, veterano da Ubisoft conhecido por Far Cry 2 e Watch Dogs: Legion. Hocking possui uma filosofia de design centrada em sistemas emergentes e narrativa ambiental — Far Cry 2, embora divisivo na época, é hoje reconhecido como um dos jogos mais coerentes tematicamente da história, onde todos os sistemas mecânicos reforçavam sua mensagem sobre a violência e o ciclo de conflito. Sua visão para Hexe provavelmente envolveria exatamente esse tipo de coerência sistêmica entre tema e mecânica.

Entretanto, segundo relatórios recentes, Clint Hocking deixou a Ubisoft no início de 2026. Em seu lugar, assumiu Jean Guesdon, diretor criativo de Assassin’s Creed Black Flag e Origins — dois dos jogos mais aclamados da franquia. A mudança gerou discussões na comunidade, mas o fato de Guesdon ter uma relação tão íntima com os alicerces históricos e narrativos da série é visto por muitos como algo positivo. Black Flag é até hoje considerado um dos picos criativos da Ubisoft, e Origins reinventou a franquia em 2017. Se Guesdon conseguir aplicar essa capacidade de reinvenção ao cenário de bruxas medievais, o resultado pode ser verdadeiramente memorável.

O escritor narrativo de Assassin’s Creed Codinome Hexe também levanta expectativas: Darby McDevitt, veterano da franquia responsável pelos roteiros de Revelations e Black Flag — amplamente considerados os melhores em termos de escrita da série — está envolvido no projeto. McDevitt tem um talento especial para equilibrar a mitologia interna da franquia (Assassinos, Templários, Fragmentos do Éden) com narrativas humanas que funcionam independentemente desse contexto maior. Para Hexe, onde a tensão entre o mundano e o sobrenatural é central, essa habilidade pode ser exatamente o que o projeto precisa.

O Que Esperar da Estrutura de Mundo e da Progressão do Jogo

Uma das informações mais comentadas sobre Assassin’s Creed Codinome Hexe é sua estrutura de mundo. Diferente dos RPGs massivos como Odyssey (que podia durar mais de 100 horas) ou Valhalla (ainda maior), Hexe está sendo descrito como uma experiência mais linear, com elementos de mundo aberto, semelhante aos primeiros jogos da série. Isso não significa um jogo pequeno ou menos ambicioso — significa um jogo mais focado, onde cada ambiente foi construído com intenção narrativa e não apenas para impressionar com escala.

Pensando na ambientação, isso faz todo o sentido. As cidades alemãs e as vilas rurais da Europa Central do século XVI não eram metrópoles como Atenas ou Londres. Eram comunidades densas, labirínticas, onde todos se conheciam — e onde a proximidade física tornava a paranoia ainda mais sufocante. Uma cidade bem construída como Nuremberg ou Würzburg, com seus becos escuros, mercados fervilhantes e tribunais de inquisição, pode ser muito mais envolvente do que um mapa do tamanho de um continente preenchido com marcadores de missões secundárias genéricas.

Os rumores também apontam para um sistema de progressão que reflete a natureza dos poderes de Elsa. Em vez de uma árvore de habilidades centrada em combate direto, a progressão provavelmente envolverá o aprendizado e o refinamento de habilidades sobrenaturais — novos feitiços, novas criaturas para possuir, novos métodos de manipulação psicológica dos NPCs. Isso criaria uma curva de aprendizado orgânica que espelha a própria jornada de Elsa: de uma mulher perseguida e assustada para uma força que os próprios inquisidores terão razão de temer.

Data de Lançamento, Plataformas e o Que Vem Depois

A data de lançamento de Assassin’s Creed Codinome Hexe continua sendo uma das maiores incógnitas. Os primeiros rumores apontavam para 2026, mas relatórios mais recentes indicam que o projeto pode ter sido movido para o final de 2027. Essa janela mais ampla faz sentido dado o nível de ambição do projeto e as mudanças na direção criativa ocorridas recentemente. Independentemente da data exata, o jogo deverá ser lançado para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X/S. Há especulação sobre um possível lançamento para Nintendo Switch 2, mas isso ainda não foi confirmado de forma alguma.

O que se sabe com mais certeza é que a Ubisoft vê Assassin’s Creed Codinome Hexe como um dos pilares estratégicos do futuro da franquia. Marc-Alexis Côté, vice-presidente e produtor executivo da série, descreveu o jogo como “muito diferente” de qualquer entrada anterior. Yara Tabbara, da Ubisoft Montreal, mencionou que o projeto tem uma “forte energia feminina” — o que, dado o contexto histórico dos julgamentos de bruxas, funciona tanto como posicionamento narrativo quanto como escolha de design. Uma protagonista feminina nesse cenário não é apenas politicamente relevante; é historicamente precisa, já que as mulheres eram as principais vítimas das perseguições.

Para os fãs que acompanham a franquia há anos, Assassin’s Creed Codinome Hexe representa algo que a série não havia tentado desde Assassin’s Creed II: uma ruptura genuína com as expectativas estabelecidas, sem abandonar a identidade central da franquia. Assassin’s Creed II reinventou a fórmula do primeiro jogo. Origins reinventou a franquia novamente em 2017. Hexe tem as condições — a equipe, a visão, o período histórico — para ser a próxima grande virada da série.

Por Que Assassin’s Creed Codinome Hexe Pode Ser o Jogo Mais Importante da Franquia em Anos

Quando olhamos para o contexto mais amplo da Ubisoft em 2025 e 2026, fica claro que Assassin’s Creed Codinome Hexe carrega um peso estratégico além do puramente criativo. A empresa passou por um período turbulento, com cancelamentos, atrasos e pressões financeiras que trouxeram sua sobrevivência como estúdio independente para discussão. A franchsie Assassin’s Creed, sempre o seu maior trunfo, precisa não apenas vender bem, mas reconquistar a confiança de parte da comunidade que se afastou durante os anos de gigantismo dos RPGs.

Nesse sentido, a aposta em um jogo mais focado, mais atmosférico, com uma protagonista inédita e mecânicas genuinamente novas é corajosa. Não é o caminho seguro — isso seria produzir outro Valhalla com outro período histórico. Hexe é a aposta de que a franquia ainda tem algo novo a dizer, que seu poder narrativo não se esgotou, que há histórias humanas urgentes a contar sob o manto de Assassinos e Templários. Se essa aposta der certo, pode definir os rumos da série por uma geração.

Os internos da Ubisoft Montreal, segundo relatos, estão genuinamente empolgados com o projeto — descrevendo-o como o mais emocionante em desenvolvimento no estúdio atualmente. Esse tipo de entusiasmo interno raramente é indiferente ao produto final. Jogos feitos com paixão, mesmo quando imperfeitos, tendem a comunicar algo verdadeiro para o jogador. E Assassin’s Creed Codinome Hexe, ambientado numa das épocas mais carregadas de tensão moral da história humana, tem todo o material necessário para ser não apenas um bom jogo, mas um jogo que as pessoas vão querer discutir, repensar e recomendar por anos.

Enquanto aguardamos mais informações oficiais, vale a pena revisitar alguns dos melhores Assassin’s Creed da história para entender de onde vem a série e para onde Hexe pode levá-la:

  • Assassin’s Creed II (2009) — O que significa reinventar uma fórmula sem perder sua essência
  • Assassin’s Creed IV: Black Flag (2013) — Narrativa pessoal em escala épica, com Jean Guesdon na direção
  • Assassin’s Creed Origins (2017) — A última grande reinvenção da série, também com Guesdon
  • Assassin’s Creed Mirage (2023) — O retorno ao furtivismo focado que preparou o caminho para Hexe
  • Assassin’s Creed Shadows (2024) — A plataforma Infinity em ação, o elo imediato antes de Hexe

Cada um desses jogos contribuiu com algo para o DNA da franquia. Assassin’s Creed Codinome Hexe parece estar sintetizando o melhor de cada um: o foco narrativo de II, a profundidade histórica de Black Flag, a ousadia estrutural de Origins, o furtivismo concentrado de Mirage — tudo isso envolto em uma atmosfera de terror psicológico que a série nunca havia explorado antes. Se a Ubisoft entregar o que promete, o próximo grande capítulo da franquia pode ser seu mais memorável.

FAQ — Perguntas Frequentes sobre Assassin’s Creed Codinome Hexe

O que significa “Hexe” no nome do jogo?
Hexe é a palavra alemã para “bruxa”, derivada do antigo alemão Hagazussa. O nome reflete diretamente o cenário e a temática central do jogo: os julgamentos de bruxas na Europa Central do século XVI.

Quando Assassin’s Creed Codinome Hexe vai ser lançado?
Não há uma data oficial confirmada pela Ubisoft. Os rumores mais recentes apontam para uma janela entre o final de 2026 e 2027, mas isso pode mudar com o andamento do desenvolvimento.

Quem é a protagonista de Assassin’s Creed Codinome Hexe?
Segundo vazamentos do Insider Gaming, a protagonista se chamará Elsa e terá habilidades sobrenaturais, incluindo a capacidade de possuir animais. Esse nome pode mudar antes do lançamento, pois “Codinome Hexe” ainda é o título de trabalho oficial.

Assassin’s Creed Codinome Hexe terá mundo aberto?
O jogo é descrito como uma experiência mais linear do que os RPGs recentes da franquia, mas ainda com elementos de exploração de mundo aberto — semelhante à estrutura dos primeiros jogos da série.

O jogo terá elementos sobrenaturais de verdade ou será explicado pela ficção científica da série?
Não está confirmado. Os poderes de Elsa podem ter origem em um Fragmento do Éden ou em magia genuína dentro da lore da série. Essa ambiguidade pode ser intencional e parte da proposta narrativa do jogo.

Quem está desenvolvendo Assassin’s Creed Codinome Hexe?
A Ubisoft Montreal, o mesmo estúdio por trás de Valhalla, Origins e Black Flag. Após a saída de Clint Hocking, Jean Guesdon assumiu a direção criativa do projeto.

Assassin’s Creed Codinome Hexe fará parte da plataforma Infinity?
Sim. O jogo será parte do Animus Hub / Assassin’s Creed Infinity, o ecossistema centralizado que a Ubisoft está construindo para a franquia.

E você, o que acha das informações reveladas até agora? A possibilidade de jogar como uma bruxa com poderes sobrenaturais te empolga ou te preocupa com relação à identidade da franquia? Acredita que a mudança para um estilo mais linear vai funcionar? Deixe sua opinião nos comentários — adoramos ler o que a comunidade pensa sobre o futuro de Assassin’s Creed!