Se você é fã da franquia, já sabe que Resident Evil nunca foi apenas um jogo de zumbis. É uma experiência que mistura terror psicológico, narrativa densa e mecânicas que exigem estratégia. E com o lançamento de Resident Evil Requiem em 27 de fevereiro de 2026, a Capcom entregou um dos títulos mais esperados da última década — o décimo primeiro jogo principal da série, que celebra os 30 anos da franquia com uma proposta ousada e emocionalmente carregada. O nome “Requiem” não foi escolhido por acaso: segundo o diretor Kōshi Nakanishi, ele representa uma homenagem não apenas ao incidente de Raccoon City, mas a todas as pessoas afetadas por ele. É um réquiem para os mortos e um pesadelo para os vivos.
Logo no lançamento, Resident Evil Requiem bateu recordes históricos na Steam, alcançando 267.509 jogadores simultâneos em menos de uma hora — superando o remake de Resident Evil 4, que tinha atingido 168 mil jogadores em 2023. Isso diz muito sobre o nível de expectativa que cercava este projeto. E o jogo, felizmente, correspondeu às esperanças da comunidade, acumulando média 88 no Metacritic e gerando discussões apaixonadas entre veteranos e novatos. Neste artigo, vamos mergulhar fundo em tudo que você precisa saber: história, personagens, mecânicas de gameplay e, principalmente, dicas práticas para sobreviver nas peles de Grace Ashcroft e Leon S. Kennedy.
A História por Trás de Resident Evil Requiem: Raccoon City Revisitada
A sinopse de Resident Evil Requiem é uma das mais envolventes da franquia. A trama gira em torno de Grace Ashcroft, analista de inteligência do FBI e filha de Alyssa Ashcroft — personagem que os fãs de Resident Evil Outbreak vão reconhecer imediatamente. Grace é designada para investigar uma série de mortes misteriosas que ocorrem por todo o território dos Estados Unidos, todas ligadas ao Hotel Wrenwood, o mesmo local onde sua mãe foi assassinada oito anos antes. A investigação logo ganha uma camada extra de complexidade quando um policial desaparece no hotel, levando o veterano Leon S. Kennedy a ser enviado ao local. À medida que os caminhos dos dois se cruzam, eles precisam enfrentar seus passados e descobrir a verdade por trás do Incidente em Raccoon City.
O vilão principal é o Dr. Victor Gideon, um personagem com ligações diretas à Umbrella Corporation. Ele adquiriu antigas instalações da corporação e parece estar tentando reativar — ou concluir — os projetos que foram interrompidos com a destruição de Raccoon City. A narrativa se passa aproximadamente 30 anos após os eventos de Resident Evil 3, explorando as consequências duradouras do surto que mudou o mundo. O jogo retorna à icônica cidade, agora destruída e isolada por uma instalação do governo americano após a explosão nuclear que encerrou os clássicos da série. Ver a delegacia do RPD em ruínas, tomada pela natureza, é um daqueles momentos que arrepia qualquer fã com anos de franquia nas costas.
Um detalhe importante para quem está chegando agora: Resident Evil Requiem foi pensado para ser acessível a novos jogadores. Não é obrigatório ter jogado os títulos anteriores para entender a história principal. No entanto, quem conhece a cronologia da série vai se deleitar com as referências, conexões e camadas de subtexto que a Capcom distribuiu ao longo da campanha. Se quiser se preparar melhor, os títulos que mais ajudam a contextualizar são Resident Evil 2, Resident Evil 3 e Resident Evil Village — a sequência direta que Requiem continua.
Grace Ashcroft e Leon Kennedy: Dois Estilos de Jogo em Um Só Game
Um dos elementos mais elogiados de Resident Evil Requiem é a forma como ele divide sua campanha entre dois protagonistas com estilos de jogo radicalmente diferentes. Com Grace Ashcroft, o jogador experimenta um horror de sobrevivência em primeira pessoa, cheio de tensão, furtividade e escassez de recursos — algo muito próximo do que Resident Evil 7: Biohazard e Village proporcionaram. Grace é analista forense do FBI, não uma soldada treinada. Ela é frágil, tem menos opções de combate e seu inventário inicial é compacto, com apenas oito compartimentos. Cada decisão sobre o que guardar ou descartar tem peso real.
Já as seções de Leon S. Kennedy entregam aquela ação refinada que os fãs de Resident Evil 4 adoram. Jogando em terceira pessoa, Leon usa um arsenal vasto, tem muito mais resistência e pode abrir caminho entre hordas de infectados com confiança. Seu inventário é um organizador em grade 7×10, semelhante à icônica maleta de RE4, permitindo organizar, girar e classificar itens de forma estratégica. O retorno de Leon — sua primeira aparição na série principal desde Resident Evil 6, em 2012 — foi recebido com entusiasmo pela comunidade. E é impossível não sorrir ao ouvi-lo murmurar “quero uma segunda opinião” ao se deparar com um médico empunhando uma motosserra. O humor ácido do personagem continua intacto.
O jogo também permite alternar entre perspectiva em primeira e em terceira pessoa tanto com Grace quanto com Leon, em tempo real, com um simples apertar de botão. É uma funcionalidade que pode parecer pequena, mas faz uma diferença enorme para jogadores que preferem um estilo específico ou que simplesmente querem experimentar o game de ângulos diferentes. Antes de sair jogando, acesse as configurações e ajuste sensibilidade, oscilação de câmera e inversão de eixos. Parece básico, mas uma configuração errada pode custar vidas em momentos críticos.
Dicas Essenciais para Sobreviver com Grace Ashcroft — Furtividade é Sua Melhor Arma
Nas seções de Grace, a regra de ouro é simples: confronto direto é sempre o último recurso. O jogo recompensa quem passa despercebido. Se há um caminho alternativo, use. Se há uma porta que pode ser trancada para ganhar alguns segundos, tranca. A inteligência artificial dos inimigos em Resident Evil Requiem foi significativamente aprimorada — os infectados conseguem rastrear sons e movimentos de forma mais realista do que em títulos anteriores da franquia. Correr desnecessariamente ou atirar em tudo que se move vai esgotar seus recursos muito antes do ponto médio da campanha.
O Injetor Hemolítico é um dos itens mais importantes que você vai encontrar jogando com Grace. A mecânica de Crimson Heads — inimigos que retornam mais fortes e agressivos se não morrerem com a cabeça explodindo — está presente em Requiem. O Injetor garante que isso não aconteça, e pode ser criado com Sucata e 60 doses de Sangue coletadas de inimigos. Mas atenção: não desperdice esse item em todo zumbi que você abater. Reserve-o para infectados que estão em caminhos obrigatórios ou em áreas que você vai precisar revisitar com frequência. Inimigos em becos sem saída ou áreas periféricas raramente justificam o gasto.
O sistema de Sangue Infectado — uma das mecânicas mais originais de Resident Evil Requiem — permite que Grace extraia amostras de patógenos de inimigos caídos ou de pontos específicos do cenário. Essas amostras podem ser combinadas para criar injetores especializados com efeitos variados: alguns aumentam temporariamente a percepção de Grace, revelando a silhueta de inimigos através de paredes; outros funcionam como dardos tranquilizantes improvisados. Explore essa mecânica com criatividade — ela pode transformar situações aparentemente impossíveis em soluções elegantes. E não esqueça: o inventário de Grace é menor, então gaste suas gazuas para abrir gavetas com munição sempre que possível. Cada bala conta.
Quando for inevitável atirar, adote a seguinte tática: mire nas pernas até o inimigo cair, então finalize com um golpe corpo a corpo. Isso preserva munição e é incrivelmente eficiente para zumbis comuns. Grace também possui a pistola Requiem — uma arma poderosa que funciona como a Magnum da série e mata a maioria dos inimigos com um único tiro bem colocado na cabeça. Muitos jogadores cometem o erro de guardar essa arma para o “momento certo” que nunca chega. A dica prática é usá-la sem culpa quando você encontrar um zumbi particularmente resistente bloqueando um objetivo importante — o estresse evitado valerá os projéteis gastos.
Como Dominar o Combate com Leon S. Kennedy em Resident Evil Requiem
Com Leon, o ritmo muda completamente — mas a lógica do survival horror ainda se aplica. Munição tem limite, itens de cura não aparecem em abundância e errar a rota pode custar muito caro. A grande diferença é que Leon tem ferramentas muito mais agressivas para gerenciar o caos. Seu machado tático é a peça central do seu conjunto de habilidades corpo a corpo. Diferentemente das facas improvisadas de Grace — que se desgastam e quebram —, o machado de Leon é durável e pode ser reparado a qualquer momento. Em mãos habilidosas, ele pode eliminar inimigos sem gastar uma única bala.
O sistema de parry com o machado é uma mecânica que muitos jogadores ignoram nas primeiras horas, mas que faz diferença enorme na dificuldade intermediária e especialmente no modo Insânia. Quando um inimigo avança com um ataque previsível, pressionar o botão correto no momento certo não apenas bloqueia o golpe, como abre uma janela de contra-ataque brutal. O jogo oferece um tutorial de parry em um combate específico no meio da campanha, mas a dica é praticar essa mecânica desde o início — ela reduz drasticamente o consumo de itens de cura em encontros prolongados.
A criação de itens de Leon segue o modelo clássico dos remakes de RE2 e RE4: colete Sucata, Pólvora e outros materiais espalhados pelo cenário para fabricar munição e outros recursos. Uma das criações mais divertidas reveladas pelos desenvolvedores é a Granada de Mão Empilhada — basicamente duas granadas coladas com fita adesiva para uma explosão maior. Use granadas sem hesitar para dispersar grupos densos de infectados, especialmente em corredores fechados onde manobrar é difícil. Outro ponto importante: priorize o upgrade do machado quando oportunidades aparecerem. Um machado aprimorado tem alto potencial de atordoamento e pode virar a tábua de salvação em confrontos que seriam impossíveis de resolver apenas com balas.
Uma das estratégias mais inteligentes de Resident Evil Requiem envolve a forma como o jogo alterna os personagens em certas áreas. Especialmente no ambiente inicial — o Centro de Cuidados Crônicos de Rhodes Hill —, você terá a chance de explorar uma mesma área primeiro com Grace, depois com Leon, e novamente com Grace. Em vez de desperdiçar recursos da novata em confrontos desnecessários, aproveite o tempo com Leon para limpar a área completamente. Depois, quando Grace retornar ao mesmo espaço, ela poderá explorar com muito mais tranquilidade, sem ameaças imediatas para consumir seus limitados recursos.
Exploração, Cofres e Colecionáveis: Como Extrair o Máximo de Resident Evil Requiem
Um dos pilares do survival horror clássico é a exploração minuciosa, e Resident Evil Requiem abraça essa filosofia de forma generosa. Cada beco, cada edifício em ruínas e cada esquina pode esconder munição, ervas de cura, componentes para crafting ou até novas armas que alteram drasticamente sua abordagem tática. O mapa do jogo marca portas trancadas, pontos pendentes e locais com itens deixados para trás — use isso ativamente. Se você se sente preso em algum momento, a solução quase sempre está no mapa e nas redondezas: volte, procure portas inexploradas, examine áreas ignoradas.
Os cofres com combinações são um destaque especial da exploração em Requiem. Espalhados pelo hospital Rhodes Hill e pelo complexo ARK, esses cofres contêm moedas antigas, munição, mapas e suprimentos médicos que facilitam enormemente a progressão. As combinações estão escondidas em documentos, bilhetes e arquivos distribuídos pelos cenários — o jogo nunca te dá a resposta de graça, mas sempre coloca a pista acessível para quem explora com atenção. Nos modos Casual e Standard, as combinações são fixas. No modo Insânia, elas mudam, exigindo que você encontre as notas específicas antes de tentar abrir qualquer cofre.
As Moedas Antigas são outro elemento colecionável que vale priorizar desde cedo. Elas são usadas em máquinas espalhadas pelo jogo para trocar por upgrades de armas e itens especiais, incluindo o desbloqueio do Mr. Raccoon — um dos easter eggs mais queridos da série. Acumule ao menos seis moedas antes de chegar às primeiras máquinas de troca para garantir upgrades iniciais que fazem diferença real no combate. O machado de Leon para abrir armários trancados também é uma ferramenta de exploração valiosa — use-o ativamente em áreas que Grace não consegue acessar facilmente.
A Raccoon City abandonada que Leon explora na segunda metade do jogo é um dos cenários mais grandiosos de Resident Evil Requiem. Como campo semi-aberto, ela permite uma exploração mais livre do que as seções internas. É tentador seguir apenas os objetivos principais e avançar, mas ser curioso aqui pode render recompensas significativas: recursos extras, upgrades de armas e novas ferramentas de combate que tornam os confrontos finais muito mais gerenciáveis. Dedique tempo a essa área antes de seguir para as fases finais — você não vai se arrepender.
Dificuldades, Duração e Conteúdo Pós-Campanha
A campanha principal de Resident Evil Requiem dura em média entre 15 e 16 horas para quem segue o caminho principal sem muita exploração lateral. Para os jogadores que preferem vasculhar cada canto, resolver todos os puzzles secundários e aproveitar cada detalhe da narrativa ambiental, a experiência pode facilmente ultrapassar 30 horas. É uma campanha com boa duração para os padrões modernos do gênero — e a divisão entre as seções de Grace e Leon mantém o ritmo variado e interessante ao longo de toda a jornada.
Ao concluir a campanha, o jogador acumula Pontos de Conclusão que podem ser trocados por itens especiais e extras nas novas partidas. Isso inclui o desbloqueio de armas com munição infinita — um incentivo clássico da série para quem quer experimentar a campanha de formas diferentes. O modo Insânia é, como o nome sugere, uma experiência brutal destinada a veteranos da franquia que já dominaram as mecânicas nos modos convencionais. As combinações de cofres mudam, os inimigos são mais agressivos e a margem de erro é praticamente zero. É o tipo de desafio que Resident Evil reserva para quem realmente quer provar que dominou o jogo.
O conteúdo cosmético também é generoso. A Deluxe Edition de Resident Evil Requiem inclui o traje de Lady Dimitrescu para Grace Ashcroft — um item que combina nostalgia com o elemento surrealista de ver a vilã icônica de Village navegando pelos corredores do hotel. Não é apenas fanservice: há algo genuinamente divertido em jogar as seções furtivas de Grace vestida com o vestido branco de abas largas da condessa vampiresca.
Aspectos Técnicos: RE Engine, PSSR e Desempenho
Resident Evil Requiem foi desenvolvido com uma versão aprimorada da RE Engine — a mesma base tecnológica que impulsionou os remakes de RE2, RE3 e RE4, além de RE7 e Village. É o primeiro Resident Evil projetado desde o início para consoles de nona geração (PlayStation 5, Xbox Series X/S e Nintendo Switch 2). Os resultados visuais são notáveis: texturas de alta resolução, modelos de personagens detalhados e iluminação que transforma cada corredor escuro em uma experiência atmosférica genuína. No PS5 Pro, o jogo é o primeiro título a utilizar o novo PSSR (PlayStation Spectral Super Resolution) da Sony, entregando visuais ainda mais realistas.
No PC, o jogo suporta DLSS 4 e Path Tracing, além de ter requisitos moderados que permitem bom desempenho em uma variedade razoável de configurações. Os números de lançamento na Steam confirmam que a versão para computador foi bem otimizada — algo que nem sempre foi garantido com títulos da Capcom no passado. A colaboração com a Porsche para incluir o Cayenne Turbo GT personalizado de Leon é um detalhe que exemplifica o nível de atenção aos detalhes que permeou todo o desenvolvimento do jogo. Até o carro do personagem foi escolhido com cuidado para refletir quem Leon se tornou.
Vale a Pena Jogar Resident Evil Requiem? Considerações Finais
Depois de seis anos de desenvolvimento — que incluíram uma reformulação completa de conceito, de um MMO de mundo aberto para um survival horror single-player mais tradicional —, Resident Evil Requiem chegou como um dos títulos mais completos e corajosos da franquia. A decisão de equilibrar dois estilos de jogo tão distintos dentro de uma mesma campanha poderia ter resultado em uma experiência fragmentada, mas a Capcom soube fazer essa alternância funcionar de forma orgânica e narrativamente justificada. Grace e Leon não são apenas mecânicas diferentes — são perspectivas diferentes sobre o mesmo horror.
Para novos jogadores, é um excelente ponto de entrada: acessível na narrativa, bem explicado nas mecânicas e generoso no conteúdo. Para veteranos, é uma carta de amor à franquia que celebra 30 anos com referências cuidadosas, retornos emocionantes e uma visão expandida de um dos universos mais ricos dos games. Os quatro prêmios no Gamescom Awards 2025, o recorde na Steam no dia do lançamento e a recepção calorosa da crítica especializada confirmam: Resident Evil Requiem não é apenas um bom jogo de terror — é um marco para a série e para o gênero.
Se você ainda está em dúvida sobre começar a jornada, aqui vai um resumo rápido das principais razões para embarcar nessa experiência:
- Narrativa envolvente que conecta passado e presente da franquia de forma emocionalmente impactante
- Dois protagonistas com estilos de jogo únicos, oferecendo variedade e rejogabilidade
- Mecânicas inovadoras como o sistema de Sangue Infectado e os Injetores Hemolíticos
- Retorno a Raccoon City com uma perspectiva nova e visualmente deslumbrante
- Campanha sólida de 15 a 30 horas, dependendo do estilo de jogo
- Conteúdo pós-campanha com desbloqueáveis, modos de dificuldade e itens colecionáveis
- Tecnologia de ponta com suporte a DLSS 4, Path Tracing e PSSR no PS5 Pro
O réquiem soou. E ele soa bonito. Agora é sua vez de entrar nesse pesadelo.
Perguntas para Você, Leitor
E você, já mergulhou em Resident Evil Requiem? Qual personagem você preferiu jogar — a furtiva Grace Ashcroft ou o aguerrido Leon Kennedy? Sentiu que o jogo honra os 30 anos da franquia? Tem alguma dica que descobriu durante sua jornada que não está neste guia? Deixe nos comentários abaixo — essa comunidade sempre tem algo valioso a acrescentar!
FAQ — Perguntas Frequentes sobre Resident Evil Requiem
Preciso ter jogado os outros títulos da série para entender a história de Resident Evil Requiem?
Não. O jogo foi projetado para ser acessível a novos jogadores. No entanto, quem conhece Resident Evil 2, RE3 e RE Village vai aproveitar muito mais as referências e a profundidade narrativa.
Quanto tempo dura a campanha de Resident Evil Requiem?
Em média, entre 15 e 16 horas para completar a campanha principal. Quem explora tudo pode facilmente passar de 30 horas.
Em quais plataformas o jogo está disponível?
PlayStation 5, Xbox Series X/S, Nintendo Switch 2 e PC (via Steam). Uma versão para PlayStation 4 está prevista para o segundo semestre de 2026.
O jogo tem modos de dificuldade diferentes?
Sim. Os principais são Casual, Standard e Insânia. No modo Insânia, as combinações de cofres mudam e os inimigos são significativamente mais agressivos.
O que é o Injetor Hemolítico e por que ele é tão importante?
É um item craftável que impede a mutação de zumbis mortos em versões mais fortes e agressivas. Pode ser criado com Sucata e 60 doses de Sangue coletadas de inimigos. É essencial para manter o ritmo furtivo com Grace.
Leon S. Kennedy é jogável desde o início do jogo?
Não. A campanha começa focada em Grace Ashcroft. Leon é revelado como segundo personagem jogável e suas seções entram em cena conforme a narrativa avança.
Resident Evil Requiem é a sequência direta de qual jogo?
É a sequência direta de Resident Evil Village (2021) na cronologia principal da franquia.

