Se você é fã de RPGs de mundo aberto, provavelmente já ouviu o barulho que The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered fez quando foi lançado de surpresa em 22 de abril de 2025. Sem anúncio prévio, sem pré-venda, direto para as mãos dos jogadores no PC (Steam e Game Pass), PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Foi um daqueles momentos raros na indústria dos games: um título que chegou como um presente inesperado e que, em apenas três dias, já acumulava 4 milhões de jogadores. Para quem viveu o original em 2006, foi como reabrir uma caixa de memórias afetivas com uma embalagem completamente nova. E para quem está chegando pela primeira vez em Cyrodiil, bem-vindo — você está prestes a entrar em um dos mundos mais ricos já criados nos videogames.
O The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered não é uma simples remasterização com filtro de nitidez em cima das texturas antigas. A Virtuos Games, estúdio responsável pela reconstrução visual, trabalhou em parceria com a Bethesda Game Studios desde 2021 para reconstruir o jogo do zero em termos visuais usando a Unreal Engine 5, enquanto mantinha o motor Gamebryo original rodando por baixo para garantir que a alma do jogo — com todos os seus bugs adoráveis, NPCs malucos e sistemas de jogo complexos — continuasse intacta. O resultado é um título que parece novo, mas que tem o coração do clássico de 2006 batendo forte dentro dele.
Neste guia, vamos mergulhar fundo em tudo que você precisa saber para aproveitar ao máximo Oblivion Remastered: desde a criação de personagem e o sistema de levelamento reformulado até as melhores builds, dicas de exploração, facções, DLCs incluídos e os segredos que o jogo guarda para quem se aventura além das quests principais. Seja você um veterano voltando à Província Imperial ou um novato pisando em Cyrodiil pela primeira vez, há algo aqui para elevar sua experiência.
O Que Mudou em The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered em Relação ao Original
Uma das primeiras perguntas que veteranos do jogo original fazem é: o quanto mudou? A resposta honesta é: bastante na superfície, mas a essência permanece. Visualmente, o salto é impressionante. Modelos de personagens foram completamente redesenhados, o sistema de iluminação usa ray-tracing e Lumen, as florestas de Cyrodiil balançam ao vento dinâmico, e a Cidade Imperial brilha em 4K com detalhes que o hardware de 2006 jamais poderia sustentar. Os memes sobre as faces de cavalo dos personagens do original são história — os rostos novos são expressivos e convincentes, embora alguns jogadores tenham reclamado do visual redesenhado de Argonianos e Khajiit.
No campo da jogabilidade, as mudanças são mais cirúrgicas do que radicais. O combate recebeu reações de impacto mais satisfatórias, um sistema de bloqueio e parry com inspiração nos jogos da FromSoftware, e o arco foi completamente reformulado com suporte opcional a mira assistida. Uma das adições mais bem-vindas é o sprint, que consome estôfego (stamina) e torna a exploração bem mais fluída. Fora do combate, a saúde se regenera automaticamente com o tempo, algo que no original exigia esperar horas ou tomar poções constantemente. É uma mudança pequena, mas que torna a exploração de dungeons bem menos punitiva e reduz a dependência excessiva do skill de Restauração só para sobreviver entre batalhas.
Outro ponto fundamental: o jogo inclui todo o conteúdo DLC do original, incluindo as duas expansões completas — Knights of the Nine e Shivering Isles — além dos dez pacotes menores como Thieves Den, Fighter’s Stronghold, Mehrunes’ Razor, e até o infame Horse Armor. Tudo isso por um preço único, sem microtransações adicionais. E diferentemente do original, onde as quests de DLC te bombardeavam com mensagens logo ao sair dos esgotos tutoriais, no Remastered você descobre o conteúdo extra de forma mais orgânica, através de rumores de NPCs e diálogos aleatórios.
Sistema de Levelamento Reformulado — Como Funciona e Como Otimizar
O sistema de levelamento original de The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered era famoso por ser ao mesmo tempo brilhante e frustrante. Você evoluía levantando suas habilidades principais, mas os inimigos escalavam junto com seu nível — o que criava a situação absurda de encontrar Mudcrabs godlike se você levasse o jogo nas casas dos 30. O Remastered resolve isso com um sistema híbrido que mistura a progressão por uso de habilidades com a distribuição de pontos de atributo ao estilo Skyrim.
Na prática, todas as habilidades agora contribuem para o avanço de nível, não apenas as habilidades principais. As Major Skills simplesmente ganham XP mais rápido, o que as torna mais relevantes na progressão. Quando você finalmente acumula XP suficiente e vai dormir em uma cama, recebe a tela de level up com 12 pontos de virtudes para distribuir entre os atributos do seu personagem. Você pode colocar até 5 pontos em um único atributo por level, e apenas em até 3 atributos diferentes por vez. A exceção é a Sorte, que custa 4 pontos e pode ser aumentada no máximo 1 vez por level.
Uma dica prática importante: sempre priorize Vigor (Endurance) nos primeiros níveis, especialmente se estiver construindo um personagem guerreiro ou híbrido. O Vigor determina tanto sua vida máxima quanto a quantidade de vida que você ganha por nível — o que significa que cada ponto investido cedo tem um efeito composto ao longo de toda a jornada. Negligenciar Vigor no início resulta em um personagem fragil nos níveis altos que é difícil de recuperar. Para magos, Inteligência e Força de Vontade (Willpower) são prioridade, já que controlam a reserva de magicka e a taxa de regeneração dela respectivamente.
Outro ajuste estratégico: evite usar compulsivamente habilidades que você não quer que subam de nível cedo demais. Como todos os skills agora contribuem para o XP geral, praticar Atletismo correndo por toda Cyrodiil pode te empurrar níveis acima sem que seu personagem esteja preparado para os inimigos mais fortes que surgirão. O jogo tem uma opção chamada Classic Scaling nas configurações, que retorna ao comportamento de escalamento do original — ideal para veteranos masoquistas que querem reviver a tensão do levelamento original.
Melhores Builds e Raças para Começar em Oblivion Remastered
A escolha de raça e sinal de nascimento em The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered define muito do seu estilo de jogo, especialmente nas primeiras horas. Não existe escolha errada, mas algumas combinações se destacam dependendo do playstyle que você busca. Para quem quer um arqueiro furtivo clássico, a combinação de Khajiit ou Bosmer (Elfo da Floresta) com o Sinal de Nascimento de A Sombra (The Shadow) é devastadora — bônus em Agilidade, Furtividade e a habilidade de invisibilidade uma vez por dia formam um conjunto letal para ataques críticos e hit-and-run.
Para guerreiros corpo a corpo, Orcs e Nords se destacam. Orcs começam com +10 em Força e Vigor, além de uma habilidade ativa poderosa de raiva que aumenta dano e resistência temporariamente. O Sinal do Guerreiro (+10 Força e Vigor) ou o Sinal do Senhor (restauração de 200 de saúde uma vez por dia) completam bem essa build. Uma dica menos óbvia: o Sinal da Serpente, que dá Paralisar uma vez por dia por 10 segundos, é incrivelmente útil para guerreiros que conseguem capitalizar sobre inimigos no chão com uma enxurrada de golpes.
Magos têm nas raças Altmer (Elfo Alto) e Bretão as melhores bases. Altmer começa com um enorme reservatório de magicka, mas paga o preço com fraquezas elementais. Bretões têm resistência a magia de 50%, tornando-os mais versáteis contra magos inimigos. O Sinal do Atronach é controverso mas recompensador: você não regenera magicka naturalmente, mas tem um imenso reservatório e pode absorver parte das magias lançadas contra você. No Remastered, a regeneração de saúde fora de combate reduz o quanto você depende de Restauração, tornando o Atronach mais viável do que era no original.
Para builds mais avançadas, considere o conceito de Battlemage: um personagem que usa armadura pesada enquanto alterna entre espada e magia. Orc ou Imperial com Destruição, Restauração e Lâmina como habilidades principais criam um personagem extremamente versátil que escala bem em todas as fases do jogo. O segredo é manter Força de Vontade alta para regenerar magicka rapidamente entre os combates, combinando com o Sinal do Guerreiro para o bônus de Vigor inicial.
Explorando Cyrodiil — Dungeons, Tesouros e Locais Escondidos
Uma das maiores alegrias em Oblivion Remastered é simplesmente caminhar por Cyrodiil e deixar o mundo te surpreender. A Unreal Engine 5 transformou a paisagem em algo genuinamente bonito — florestas com folhagem densa ao norte, planícies douradas ao redor da Cidade Imperial, pântanos ao sul perto de Leyawiin, e as montanhas nevadas de Bruma ao norte. Cada região tem sua identidade visual e sonora, e com o sistema de iluminação renovado, explorar ao amanhecer ou ao entardecer se tornou uma experiência quase cinematográfica.
Mas além da beleza, o mundo está repleto de conteúdo que a maioria dos jogadores nunca chega a ver. As ruínas Aylieid espalhadas por todo o mapa guardam Welkynd Stones (que restauram magicka instantaneamente) e Varla Stones (que recarregam todos os itens encantados do seu inventário de uma vez). Há dezenas dessas ruínas, cada uma com seu pequeno dungeon proceduralmente preenchido de Aylieid mortos-vivos e armadilhas. Coletar Varla Stones regularmente pode economizar uma fortuna em recargas de itens encantados, então sempre fique de olho nas ruínas no mapa.
Os Santuários Daédricos são um capítulo à parte. Há 15 Príncipes Daédricos com quests próprias espalhados por Cyrodiil, cada um recompensando com um artefato único e poderoso. Muitos desses santuários não aparecem automaticamente no mapa — você precisa ouvir rumores em tavernas ou falar com NPCs específicos para descobri-los. Alguns dos melhores artefatos do jogo vêm dessas quests: o Escudo de Spell Breaker (de Peryite), o Mace of Molag Bal, ou a lendária Azura’s Star, que funciona como uma Alma Gem negra reutilizável — um tesouro para qualquer um que usa encantamentos.
Outra dica de exploração menos conhecida: complete pelo menos parte das quests das Guildas antes de avançar demais na quest principal. A Guilda dos Magos te dá acesso ao Conselho de Arcano e a alguns dos melhores feitiços do jogo. A Guilda dos Ladrões abre a questline da Mão Escura (Dark Brotherhood), que tem uma das narrativas mais bem escritas de todo o jogo. E completar as quests dos Guerreiros te dá acesso a algumas das melhores recompensas em equipamentos do início e meio de jogo.
Facções e Questlines — Por Onde Começar e O Que Não Perder
O universo de The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered é dividido entre a quest principal e uma série de questlines de facções, cada uma com sua própria narrativa, personagens memoráveis e recompensas únicas. A quest principal, onde você precisa selar os Portões de Oblivion e salvar Cyrodiil da invasão dos Daedras de Mehrunes Dagon, é excelente e tem bons momentos dramáticos — mas ironicamente não é o que a maioria das pessoas se lembra quando pensa no jogo.
A Dark Brotherhood (Irmandade Sombria) é frequentemente apontada como a melhor questline do jogo, e por boas razões. Ela começa de forma inusitada: você precisa cometer um assassinato para ser recrutado. A partir daí, a narrativa escalona de forma surpreendente, com twists genuinamente chocantes e personagens carismáticos. É uma questline que tem coragem de ir a lugares sombrios e que recompensa o jogador com equipamentos e habilidades únicas que nenhuma outra facção oferece. Se você só vai completar uma questline de facção, que seja essa.
A questline da Guilda dos Ladrões (Thieves Guild) é igualmente sólida, com missões de infiltração, pickpocket e roubo que testam suas habilidades furtivas de formas criativas. O arco narrativo culmina em um confronto com uma organização criminosa rival e tem algumas das locações mais interessantes do jogo. Para quem gosta de jogar furtivo, essa é essencial. Já a Arena de Combate em Cidade Imperial é mais simples, mas oferece combates progressivamente difíceis e boas recompensas em ouro — excelente para construir uma reserva financeira no início do jogo.
As expansões incluídas no pacote também merecem atenção. Shivering Isles é considerada por muitos fãs como uma das melhores expansões já feitas para um RPG — você viaja para o reino de Sheogorath, o Príncipe Daédrico da Loucura, e se envolve em uma história surrealista e genuinamente cômica que culmina em um finale épico. É uma experiência completamente diferente do mundo principal de Cyrodiil, com sua própria paleta de cores vibrante e personagens absolutamente memoráveis. Não pule essa.
Desempenho, Mods e Dicas Técnicas para PC
Se você está jogando The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered no PC, precisa estar ciente de que o jogo é tecnicamente exigente graças à Unreal Engine 5. A combinação de Lumen para iluminação global e Nanite para geometria detalhada é linda, mas consome recursos consideráveis. Para uma experiência estável em 60 FPS em configurações altas, uma GPU da geração RTX 3080 ou RX 6800 XT é o ponto de partida razoável. Em GPUs mais antigas ou médias, algumas concessões nas configurações são necessárias.
Uma dica técnica importante para quem tem uma placa NVIDIA: o DLSS 4 com o modelo Transformer oferece uma melhora significativa de desempenho com pouca perda de qualidade visual perceptível. Ative-o pelo aplicativo da NVIDIA e defina para o modo Qualidade ou Equilíbrio. Para placas AMD, o FSR 3 com geração de quadros (Frame Generation) é uma alternativa viável que muitos jogadores reportam como mais estável neste título específico. A dica de ouro da comunidade é: sempre altere as configurações gráficas no menu principal, não durante o jogo — carregar o jogo depois da mudança garante a aplicação correta das configurações sem stutters.
Apesar de a Bethesda não oferecer suporte oficial a mods no Remastered, a comunidade foi rápida em criar ferramentas e modificações. Poucos dias após o lançamento, os primeiros mods já apareciam no Nexus Mods. Com o tempo, surgiram mods de otimização de desempenho, ajustes de interface, correções de bugs comunitários e até mods de conteúdo. Quem quiser modificar o jogo tem um ecossistema crescente à disposição, especialmente no PC. No console, a situação é mais limitada, mas a estabilidade em 60 FPS nativo no PS5 e Xbox Series X compensa bem.
Para quem está no Game Pass, uma dica valiosa: o serviço permite testar o jogo sem compromisso financeiro inicial. Dado que o título tem requisitos técnicos altos e algumas questões de desempenho que foram sendo endereçadas através de patches ao longo de 2025, experimentar pelo Game Pass antes de comprar no Steam é uma decisão inteligente. As versões foram recebendo updates regulares que melhoraram especialmente os problemas de stuttering que afetavam mais os jogadores de PC nas semanas iniciais após o lançamento.
Dicas Avançadas de Combate, Alquimia e Encantamentos
O combate em Oblivion Remastered evoluiu significativamente do original. Os ataques pesados agora concedem benefícios distintos dependendo do tipo de arma usada, em vez de simplesmente ter variações direcionais como antes. Armas de lâmina têm ataques pesados que aumentam o sangramento, enquanto armas contundentes causam atordoamento. Dominar o timing do bloqueio com parry não só anula dano como abre uma janela de contra-ataque — uma mecânica que muda completamente a abordagem de confrontos difíceis e remete levemente ao combate de jogos como Dark Souls.
A Alquimia continua sendo uma das habilidades mais poderosas do jogo. Poções criadas por você mesmo frequentemente superam as encontradas ou compradas em lojas, e com o skill alto o suficiente, é possível criar poções de restauração de saúde que curam valores absurdos, ou poções de Invisibilidade que duram minutos. Um truque para subir Alquimia rapidamente: compre ingredientes em lotes das lojas de alquimia das guildas dos magos em cada cidade e crie poções em série — mesmo poções simples com apenas dois ingredientes contribuem para o ganho de experiência de forma considerável.
Os encantamentos merecem atenção especial. Uma arma com absorção de saúde (Drain Health) ou roubo de vida (Absorb Health) se torna essencialmente autossuficiente em combates longos. Para armaduras, encantamentos de Fortify Attribute em peças específicas do equipamento podem elevar um atributo bem acima do limite base de 100, permitindo feitos que normalmente só seriam possíveis em personagens de nível máximo. A chave é acumular Gemas de Alma (Soul Gems) — preferencialmente Grandes ou Grandes Negras — capturando almas com o feitiço Soul Trap antes de derrotar um inimigo. Inimigos mais poderosos preenchem gemas maiores, que por sua vez permitem encantamentos mais potentes.
Uma mecânica pouco explorada pelos novatos é o sistema de Fatigamento (Fatigue). Quando sua barra de stamina está baixa, seus ataques causam menos dano e você fica mais vulnerável a ser derrubado. Gerenciar o stamina em combates prolongados — especialmente contra múltiplos inimigos — faz uma diferença real na dificuldade. O sprint consome stamina, então entrar em uma briga longa logo após uma corrida prolongada já coloca você em desvantagem. Vale a pena criar poções de Restore Fatigue para combates mais árduos, especialmente nas Portas de Oblivion onde você enfrenta hordas sem pausa.
FAQ — Perguntas Frequentes sobre The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered
O Oblivion Remastered é compatível com saves do jogo original?
Não. O Remastered requer uma partida do zero. Os sistemas foram suficientemente reformulados para que saves antigos não sejam compatíveis.
O jogo tem suporte oficial a mods?
A Bethesda declarou no lançamento que não há suporte oficial a mods para The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered. No entanto, isso não impediu que a comunidade criasse ferramentas e mods não oficiais, disponíveis principalmente no Nexus Mods para PC.
Quais plataformas têm o jogo disponível?
PC (Steam e Xbox Game Pass), PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Uma versão para Nintendo Switch 2 foi anunciada para 2026. O jogo saiu fisicamente no PS5 e Xbox em 13 de outubro de 2025.
Vale a pena jogar sem ter jogado o original?
Absolutamente. Oblivion Remastered é uma ótima porta de entrada para a série Elder Scrolls, com um mundo rico, quests memoráveis e sistemas de jogo profundos que recompensam exploração. Não é necessário conhecimento prévio da franquia.
Qual é a diferença entre a versão normal e a Deluxe Edition?
A Deluxe Edition inclui conteúdos cosméticos adicionais. Todo o conteúdo de gameplay — incluindo as expansões Knights of the Nine e Shivering Isles e todos os DLCs originais — está presente na versão padrão.
O jogo tem conquistas (achievements)?
Sim! Pela primeira vez na história do jogo, The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered possui conquistas tanto no PC (Steam) quanto no PlayStation 5. Na versão Xbox, as conquistas já existiam desde o original.
Como está o desempenho no PS5 e Xbox Series X?
O jogo roda a 60 FPS nativos em ambos os consoles de última geração na maior parte do tempo, com melhorias de estabilidade entregues via patches ao longo de 2025. É considerado uma versão sólida e bem otimizada em comparação com o PC, onde os requisitos são mais exigentes.
Agora que você tem um panorama completo sobre The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered, queremos ouvir a sua experiência. Qual facção você priorizou na sua primeira gameplay? Você está jogando como veterano nostálgico ou está descobrindo Cyrodiil pela primeira vez? Tem alguma dica ou segredo que descobriu e que não está nesse guia? Deixa nos comentários — a comunidade de Oblivion sempre foi uma das mais generosas em compartilhar conhecimento, e sua experiência pode ajudar outros jogadores a aproveitarem ainda mais essa jornada por Tamriel.

